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Moçambique: vale a pena lutar por ti!

É com muita tristeza e coração partido que me despeço de Moçambique volvidos cerca de quatro anos como directora do programa USAID / SPEED. Parto num momento crítico para o país, e receio que a situação macroeconómica possa piorar em 2016 até que as boas perspectivas comecem a florescer. Neste contexto, lamento pelo Governo do Presidente Nyusi. Terá que efectuar algumas escolhas difíceis. E as decisões políticas tomadas hoje irão afectar profundamente as gerações vindouras. Meu conselho? Olhe para a frente e para fora, não para trás e para dentro.

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“Gas in the ground ≠ Money in the Bank”

I heard this comment last week at the Mozambique Gas Summit and it made me wonder: Can Mozambique pull this off?Can the government ensure that Mozambique retains its competitive edge in liquefied natural gas (LNG) while maximizing benefits for the Mozambican people?Before getting to those questions, let’s ask this basic one: what are the sources of Mozambique’s competitive edge in the LNG space?

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Six things I learned last week about reaching rural areas with financial services

Last week in Maputo three events challenged us to consider innovative, disruptive ways to distribute financial services to currently excluded Mozambicans.[1] The events focused mainly on agency banking and mobile money. These distribution techniques are collectively referred to as digital finance, and they enable banks and other providers to reach into territories beyond the grasp of traditional bricks and mortar bank branches. In short, these models leverage corner stores, gas stations, and other neighborhood outlets that help providers get closer to clients and reduce the high distribution costs that make most rural customers prohibitively expensive to service.

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Presidential Commitment to Economic Policy Reform

The President of the Republic of Mozambique, Filipe Nyusi, sent a clear message of commitment to achieving significant economic policy reform when he convened the highest levels of government, private sector, and international cooperation partners to discuss key challenges to improving the business enabling environment, and to outline a vision for the way forward.  During the Business Environment Reforms Meeting (Encontro de reflexão sobre o ambiente de negócios em Moçambique) on November 3, 2017 President Nyusi and his government pledged to take strong steps to coordinate economic policy reform across Ministries, to develop a more ambitious policy agenda, and to ensure effective implementation of policy reforms.  Presidential leadership to ensure coordinated and integrated policy reform actions across multiple Ministries has been a high priority issue for the private sector and international partners for twenty years.

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Ter casa na Cidade de Maputo não e para quem quer, …

Cerca de 80% da população vive em habitação precária na Cidade de Maputo. Destaque vai para os citadinos dos Distritos Municipais de KaMaxaquene (84.1%), KaMavota (80.5%), KaMubukwana (74.2%) e KaNlhamankulu (61.5%), dos cinco analisados pelo Centro para o Financiamento à Habitação em África (CAHF) em 2014. KaMpfumu é excepção, com uma percentagem de apenas 12.6 de população em habitação precária.

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Facilitação do comércio é um passo importante para competitividade

Moçambique tem envidado esforços no sentido de reformar o processo de importação, exportação e trânsito de mercadorias. A introdução da Janela Única Electrónica e do regime de Operador Económico Autorizado são apenas alguns exemplos de avanços registados nos últimos anos. No entanto, segundo o Banco Mundial (2015), ainda é relativamente difícil realizar exportações e importações em Moçambique (exemplo: o custo para tramitação de documentação para exportação é o segundo mais alto da SADC depois da RDC). Por conseguinte, o país encontra-se ainda na posição 129 de um universo de 189 países, e é o 10º na SADC.

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O recurso ao empréstimo pode ser justificado. Mas a falta de transparência na contracção e aplicação…, NUNCA!

Um governo pode financiar suas despesas de funcionamento e investimento elevando a alíquota fiscal ou alargando a base tributária, recorrendo à empréstimos e donativos (poupança externa), ou imprimindo moeda.

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Excessiva burocracia é fonte de informalidade

Sou um microempresário da praça. Almejo um dia ombrear com os grandes que vi crescer e explorar outros mercados. Ainda não tenho registo, não tenho licença, não pago impostos, pago salários muito baixos, em fim, sou informal.

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Não nos falta o espírito empreendedor. O que nos falta, então…? Força Anje Moçambique!

Moçambique registou nas últimas décadas taxas de crescimento altas (7% ao ano, em média) impulsionadas pela reconstrução do país pós guerra, pelo grande fluxo investimento directo estrangeiro para mega projectos, pelo fluxo de ajuda externa, e pelas reformas estruturais implementadas. No entanto, o país continua pobre (renda de US$ 691 per capita, com cerca de 54% da população abaixo da linha de pobreza), a rede de infra-estrutura ainda é insuficiente para alavancar a economia, e regista ainda altos níveis de desemprego.

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