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News

Six things I learned last week about reaching rural areas with financial services

Last week in Maputo three events challenged us to consider innovative, disruptive ways to distribute financial services to currently excluded Mozambicans.[1] The events focused mainly on agency banking and mobile money. These distribution techniques are collectively referred to as digital finance, and they enable banks and other providers to reach into territories beyond the grasp of traditional bricks and mortar bank branches. In short, these models leverage corner stores, gas stations, and other neighborhood outlets that help providers get closer to clients and reduce the high distribution costs that make most rural customers prohibitively expensive to service.

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Where do you stand?

The gas boom in Mozambique seems to be grabbing all the attention. However, as international operators prepare to commence production and headlines announce ever greater finds, over 70% of the active population in Mozambique still toils in low productivity subsistence farming. These people, stuck in the vicious cycle of poverty are, in most cases, oblivious to the developments occurring in the Rovuma basin. The dimension of the potential impact that the natural resource boom could have on their country is completely beyond their grasp. After all, it’s difficult to think about local content, fiscal income-led development and structural change of the economy, when your mind is focused on finding a way to survive and feed your children every day. Living on $1.25 a day, the margin between life and death is so slim that there is little room for investing, saving or any kind of risk-taking. The stakes are just too high and the safety nets non-existent.

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Lei sobre o Acesso à Informação - porque é que é importante que a lei seja aprovada

No dia 21 de Agosto de 2014, a Assembleia da República aprovou, por unanimidade, o primeiro projecto de lei de Acesso à Informação. Infelizmente, esta importante iniciativa legislativa chegou demasiado tarde e não pode tornar-se lei antes do final da última sessão parlamentar.

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Why good relationships with the neighbours are important

Tenho novos vizinhos. Estão-me deixando louco, mesmo antes de eles se entram na casa. Para ser justo estão reformando a casa ao lado, que é uma coisa boa em geral e positivo para a nossa rua. No entanto, o facto de que eles estão fazendo isso das cinco horas de manha até vinte e um horas de noite, incluindo aos domingos não é tão bom. Não me importaria tanto se tivessem feito um esforço para vir cumprimentar, apresentar-se e pedir desculpas pelo inconveniente. Na verdade, poderia até ter ofereceu-lhes ajuda, se necessário. Enfim as boas relações com os vizinhos são uma parte essencial da vida urbana e pois nunca sabemos quando vamos precisar da ajuda dos pessoas que vivem perto de nós.

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Fast tracking development thru Special Economic Zones: What can be said so far?

Mozambique’s economic growth has propelled the country into one of the fasted growing economies in the world. She has grown on a 7% average GDP rate over the past decade, signalling macro prudent economic policies and attracting massive sums of foreign direct investments. Positive developments have generally been recorded across many sectors of the economy despite the persistence of challenges in the social fronts. Prospects for the next years are favourable fuelled by significant discoveries of natural resources, particularly coal, gas and oil.  Developments in the extractive industry have been robust enough to renew and boost dynamism countrywide. Despite these strides, most Mozambicans are still poor with limited access to health, education and other social services. Growth on the other hand, has been unequal with persistent regional and socio economic imbalances across the country. Notable macroeconomic threats include shift towards overreliance on the extractives and possible negative effects of the Dutch disease.

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Comércio informal transfronteiriço – o debate da corrupção nas fronteiras e da (in) formalização

O comércio transfronteiriço de carácter informal, envolvendo pequenas mercadorias adquiridas na África do Sul e revendidas em Moçambique ganhou uma nova dinâmica como fonte de rendimento para fazer face à carestia de vida e baixos salários no mercado do emprego assalariado entre algumas pessoas, particularmente na Cidade e Província de Maputo. Comerciantes transfronteiriços informais moçambicanos, também conhecidos como ‘Mukheristas’, enfrentam muitos obstáculos na condução dos negócios. A falta de informação assim como procedimentos demorados e complicados exigidos pelas alfândegas para importar produtos colocam um fardo pesado ​​sobre esses comerciantes.

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Protocolo sobre Emprego e Trabalho da SADC - o que significa para Moçambique?

O Protocolo sobre Emprego e Trabalho da SADC foi aprovado pelo Conselho de Ministros da SADC em Agosto e assinado pelos Chefes de Estado da SADC durante a sua recente cimeira. O próximo passo é a ratificação por dois terços dos estados-membros da SADC para que o Protocolo seja implementado.

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Acesso e custo do crédito em Moçambique: uma dica para minimizar o crónico problema!

Um dos principais constrangimentos reportados pelas PME’s para o desenvolvimento da sua actividade é o acesso e custo do crédito. De facto, as taxas de juro em Moçambique para o financiamento são uma das mais altas da região. Vários factores explicam este fenómeno. Dentre estes, reside a assimetria de informação entre credores e devedores (firmas e indivíduos) sobre a situação creditícia destes últimos, tai como: número total de crédito corrente, histórico de pagamento, situações de insolvência. Para minimizar este cenário, o sector privado tem advogado a necessidade de criação de Centrais Privadas de Registo de Crédito (CPRC).

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Não é empresário, mas é pro-empresariado… Eis o Nosso Candidato!

Com a contagem decrescente rumo ao dia 15 de Outubro, data em que o Povo Moçambicano, mais uma vez, é chamado a exercer o seu dever de cidadania, urge-nos apresentar o perfil do nosso candidato, aquele em quem depositaremos toda a nossa “confiança” para “mudar Moçambique” e torna-lo “de todos nós”.[1]

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