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Taxas Ilegais na Economia Agrária de Moçambique: Da Informalidade a Ilegalidade!

A USAID|SPEED tem juntado com o Governo de Moçambique vários esforços no sentido de melhor perceber os vectores pelos quais o crescimento económico e o desenvolvimento empresarial devem ser induzidos e apoiados. Ao longo dos últimos anos a espinha dorsal da análise macro  tem residido no detalhe, comparação entre grupos sobre o acesso aos recursos, escala de produção, a estrutura distribuição, a tendência do consumo e rendimentos por  sectores. Na esfera meso tem se centrado na economia local sob ponto de vista das (instituições, associações, indivíduos, quadro legal, sistema de decisões e a sustentabilidade das do investimento).

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Em Busca da Concorrência Perfeita em Moçambique! O que é possível?

economia, competição ou concorrência perfeita descreve mercados em que nenhum participante tem tamanho suficiente para ter o poder de mercado para definir o preço de um produto. Dado que as condições para a concorrência perfeita serem ideais, existem muito poucos mercados deste tipo. A competição perfeita pode servir como ponto de referência para avaliar mercados de concorrência imperfeita no mundo real. No caso de Moçambique a estrutura da produção, oferta, procura, preços de um mercado de concorrência perfeita possui características bastante específicas, que devem ser analisadas desagregadas em sectores. Dai a questão de fundo:

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Será que investir em silos de grãos é a melhor utilização dos fundos públicos?

O Governo inaugurou recentemente uma nova instalação de armazenamento de grãos no distrito de Nhamatanda, em Sofala, que custou 102 milhões de Meticais (US$ 3 milhões) para sua construção[1].

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Is investing in grain silos the best use of public funds?

The government recently opened a new grain storage facility in Nhamatanda which cost US$ 3 million to construct[1]. It now manages six silo complexes in Cabo Delgado, Nampula, Niassa, Zambézia, Tete and Sofala. This raises questions about the use of public funds to engage in business activities.

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Irresponsible reporting – the case of tachographs and road safety

I am once again surprised by the one-sided reporting by the press. This time it is the recent story about the use of tachograph technology to control passenger and cargo vehicles. The story was reported in various areas of the press[1]. Each of the stories condemned Mozambican transport operators for their opposition to new legislation. Stories suggested that transport operators would deliberately put their profits above human lives and were selfishly determined not to contribute to limiting the carnage on Mozambique’s roads.

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Comunicação tendenciosa – o caso dos tacográfos e a segurança rodoviária

Mais uma vez, eu estou estupefacta com a comunicação tendenciosa da imprensa. Desta vez, trata-se da recente história sobre o uso da tecnologia tacógrafica para controlar os veículos de passageiros e de carga. A história foi reportada nos diversos quadrantes da  imprensa[1]. Cada faceta da história condenou os transportadores de Moçambique por se oporem à nova legislação. Essas facetas sugeriam que os transportadores deliberadamente colocavam seus lucros acima de vidas humanas e de forma egoísta estavam determinados a não contribuir para mitigar a carnificina nas estradas moçambicanas.

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DIAS DE TOLERÂNCIA: UMA CONTRAPRUDÊNCIA ABSOLUTA!

Recentemente, o Sector Privado apresentou reclamações ao Governo devido a “excessiva” recorrência a tolerância de ponto nos primeiros dias do ano. O mês de Janeiro, depois do feriado nacional pela passagem do ano novo, teve mais duas tolerâncias de ponto, nos dias 2 e 3. O mês de Fevereiro, para além do feriado nacional pela passagem do dia 3 de Fevereiro alusivo ao dia dos heróis, teve uma tolerância de ponto nos dias 5 (cidade da Matola) e 7 (todos os municípios). A proliferação destas tolerâncias de ponto criou inquietação generalizada no seio do Sector Privado.

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Sobre a recente avaliaçào de rating pela Standard & Poor’s

Recentemente a Agência Financeira de rating, Standard & Poor´s (SP), divulgou o relatório de avaliação do rating em Moçambique que reduziu o de longo prazo para ‘B’ de ‘B+. Segundo o quadro de classificação do rating da SP, este nível significa que o País está mais vulnerável a condições adversas de negócios, financeiras e económicas, porém actualmente apresenta capacidade para honrar compromissos financeiros.

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Um Paradigma Económico em Queda Livre: As Barreiras Não Fiscais na Agricultura em Moçambique I

Constitucionalmente ”a agricultura é a base do desenvolvimento” em Moçambique. A este sector têm um peso relativamente significativo na economia nacional visto que 70% da população activa encontra-se neste sector e contribui em 24% do PIB orçado em cerca de $12.79 bilhões (CEPAGRI,2012). No entanto, o peso relativo no PIB de outros sectores da economia tem estado a crescer de forma significativa tal é o caso da indústria (minerais, hidrocarbonetos, transformadora, etc) e serviços que a curto prazo estão projectados a contribuir em mais de 70% do seu peso na riqueza nacional, infelizmente esta tendência não significa que a agricultura esteja a modernizar, em termos reais mais de 70% da população ainda continuara a depender da agricultura como fonte de emprego, renda e alimentação.

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