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Promoting agricultural growth and value addition: Promising avenues and dead ends

It is widely agreed that agricultural growth is central to broad, inclusive economic growth and poverty reduction in low-income countries.  At the same time, these countries do not want just to produce, consume, and export primary commodities; they want to increase value-added off the farm to create employment and drive broader growth beyond the farm.  The challenge is how to do this in ways that are sustainable and that benefit farmers, agribusinesses, and consumers at the same time.

This challenge has recently come to the fore in Mozambique, as the government has proposed an export tax on raw pigeonpea and a series of import duties on products such as rice, sugar, vegetables, meat, poultry, and eggs as a way of promoting local production and value added.  Some of these proposals have generated heated debate regarding who will win and who will lose from the measures, and whether the measures will contribute to – or get in the way of – the goals of greater production and value addition.

The presentation below draws on over 20 years of experience in Mozambique, East and Southern Africa, and other areas of the world to speak about promising avenues that governments can pursue and “dead ends” it should avoid as it strives to achieve robust, sustainable, and inclusive development of the whole system of production, marketing, transport, processing, and consumption of agricultural commodities.

Prof. David Tschirley of Michigan State University talked about promising avenues that governments can pursue and “dead ends” they should avoid as they strives to achieve robust, sustainable, and inclusive development of the country’s system of agricultural production, marketing, transport, processing, and consumption.

Promoção do crescimento agrícola e acréscimo de valor: caminhos promissores e becos sem saída

Há um consenso geral de que o crescimento agrícola é fundamental para o crescimento económico inclusivo e a redução da pobreza em países de baixa renda como Moçambique. Ao mesmo tempo, esses países não querem apenas produzir, consumir e exportar produtos primários, mas também aumentar o valor agregado para fora das machambas; de modo a criar emprego e impulsionar o crescimento mais vasto que vá para além da machamba.

O desafio que Moçambique enfrenta é como fazer isso de forma que a agricultura seja sustentável e beneficie os agricultores, as agro-indústrias e os consumidores ao mesmo tempo.

Este desafio veio recentemente à tona em Moçambique, quando o Governo propôs um imposto de exportação sobre o feijão-bóer e considera uma série de taxas de importação de produtos como arroz, açúcar, hortícolas, carne, aves e ovos, como forma de promover a produção nacional.

Algumas destas propostas geraram um debate público sobre quem sairia a ganhar ou perder com as medidas, e se as elas irão realmente contribuir positivamente para as metas de produção e agregar maior valor.

O economista Prof. Dr. David Tchirley buscou dos mais de 20 anos de experiência em Moçambique, África Oriental e Austral, e outros países do mundo para falar sobre os melhores caminhos que os Governos podem seguir e os becos sem saída " que aconselham evitar para alcançar um desenvolvimento robusto, sustentável e inclusivo de todo o sistema de produção, comercialização, transporte, processamento e consumo de matérias-primas agrícolas.

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