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Papel da comunicação em tempos de crise

A imagem de uma instituição pública ou privada, depende, muitas vezes do sistema eficiente de comunicação nela existente; e uma estratégia integrada que ajude a criar uma reputação das empresas e seus produtos perante seus públicos-alvo externo.

Hoje em dia, as organizações preocupam-se com a comunicação, e temos visto vários anúncios nos jornais, portais de internet e outras fontes vagas para oficiais ou especialistas de comunicação.

Porquê desta procura?

Entendemos que as instituições (públicas ou privadas) estão cientes da importância da comunicação.

Com o advento da internet, a imagem das instituições fica cada vez mais expostas e vulneráveis nas redes sociais, principalmente (WhatsApp e Facebook), e também na media. Este facto resulta de “deslize” da comunicação a nível interno da organização e traz consequências irreversíveis para a marca da empresa. Assim, a marca e a reputação são elementos fundamentais para conquistar confiabilidade e desempenho no mercado. Daí a importância de ter uma figura que cuide da imagem da empresa.

Acompanhamos através da media, conflitos laborais nas instituições, e geralmente tem sido reivindicações sobre melhoria de condições de trabalho, aumento e atraso no pagamento de salário, exemplo recente do caso da TMP, baixos salários e corte de postos de trabalho (crises da acção humana).

Mas também crises de ordem natural, como é o caso de incêndios, calamidades naturais, etc. Em vários os casos, os gestores destas instituições optam pelo silêncio e não se aproximam à imprensa para explicar as reais razões do conflito e das decisões que a empresa irá tomar.  “Omitir ou se calar diante de uma situação negativa só tende a piorar o quadro.”, refere Tantas Comunicações, uma empresa brasileira de consultoria.

Quando o assunto chega à media e à opinião pública e vira pauta para jornalistas; a imagem da instituição começa a chamuscar, através de informações negativas veiculadas na imprensa. E, neste caso, a opinião dos empregadores, os únicos dispostos a dar cara têm mais peso uma vez haver silêncio por parte dos gestores das instituições, e a credibilidade das organizações fica em causa.

Como amenizar os efeitos?

Quando isso acontece, a palavra-chave é a transparência. A empresa deve assumir a responsabilidade pelo erro cometido, pedir desculpas, formular justificativas e sempre estar à disposição para sanar dúvidas e reparar danos.

Para isso, a importância de uma figura de Oficial de Comunicação ou Assessor de Imprensa, e ele deve tomar posições diferentes dependendo da gravidade do que acometeu, que vão desde o posicionamento na imprensa e redes sociais. Ele é um elo positivo entre a empresa e o público-alvo.

As acções que as empresas tomam para recuperar ou amenizar os efeitos causados por consequente falta de confiança de seus públicos-alvo são aspectos que devem ser tomados em conta.

Portanto, as instituições têm ou deviam ter informação para oferecer seus clientes (público-alvo). Essa informação pode gerar soluções para relacionamento com empregadores, para gerenciar crises, relações institucionais, relacionamento com a imprensa, entre outros serviços oferecidos pelas instituições.

É preciso que as organizações tenham um planeamento de estratégia de comunicação integrada, com vista a criar, manter e prevalecer a visibilidade e credibilidade da instituição.

 

Fontes: GESTÃO DA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: Agosto 2008.

mailto:http://www.aberje.com.br/monografias/MONOGRAFIA%20Shirley%20Cavalcante%20PDF.pdf

mailto:http://www.tantas.com.br/novo/index.php/2013/10/gerenciamneto-de-crises/

Mais informações: mailto:https://www.facebook.com/alcancemoz